via
domingo, 9 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
Uma crise inédita do capitalismo, tanto em suas características quanto em sua gravidade: análise e perspectivas
Uma crise inédita do capitalismo, tanto em suas características quanto em sua gravidade: análise e perspectivas
"Os grandes Estados capitalistas (dentre os quais a China e o Brasil encontram-se bem colocados) e as grandes instituições financeiras internacionais sempre estiveram alguns vagões atrasados no desenrolar da crise. "
"Estamos indo rumo a uma brutal alta da tributação sobre as pessoas físicas, sobre os "simples cidadãos", agravando ainda mais uma das causas principais da crise. "
"Num plano estritamente econômico, o capitalismo é um modo de produção muito adaptativo e flexível: ele pode se reerguer, mesmo em detrimento de danos humanos consideráveis e de um forte recuo da democracia. Como a crise é inédita, parece-me impossível, quando não inútil, especular sobre a forma que ela tomaria."
"O "social" é a última roda da carroça. A crise social é e será tanto mais difícil, pois nada foi feito para amortecê-la. O caso da França é emblemático: absolutamente todas as medidas estudadas e já amplamente iniciadas, no programa do candidato Sarkozy, estão totalmente caducas, pois se assentavam sobre a hipótese de um crescimento forte e sustentável. O princípio "trabalhar mais para ganhar mais" não tem mais nenhum sentido, e, além disso, o governo evita tocar no assunto, pois sua única consequência só pode ser: mais desempregados e um aumento do déficit do Estado. Isso vale para todas as medidas de Sarkozy. Consequência: ele navega ao sabor dos ventos e cuida da aparência para não necessitar falar da essência. "
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Crise Internacional
A 65ª ed. da revista Estudos Avançados da USP (aquela mesma que trás os artigos sobre Joaquim Nabuco publicados ontem) publica a primeira parte dos artigos que aprofundam o estudo da atual crise econômica. Vou publicando os links durante a semana. Quem preferir ler tudo de uma vez, encontra todos juntos no sítio da revista.
Argentina, Brasil e México diante da crise internacional Pierre Salama
A crise financeira não deveria chegar à América Latina, segundo a maioria dos economistas e governantes: o conjunto de indicadores de vulnerabilidade melhorou na maior parte dessas economias. No entanto, ela chegou e, à medida que os dias passam, anuncia-se cada vez mais severa. Os indicadores de vulnerabilidade, portanto, não são suficientes para estabelecer prognósticos confiáveis. É necessário combiná-los com indicadores de fragilidade mais confiáveis como a apreciação da taxa cambial, as desigualdades mais elevadas. Quanto piores forem esses indicadores, mais difícil será resistir à crise, e vice-versa. Como a crise nos países desenvolvidos adquiriu um caráter sistêmico e os indicadores de fragilidade não são muito bons, suas repercussões serão consideráveis nessas economias emergentes, apesar de indicadores de vulnerabilidade terem apresentado melhoras. continua











