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Compartilhando artigos; traduções e resumos de Direito Internacional, Geografia, História, Política, Português e Economia.
Uma crise inédita do capitalismo, tanto em suas características quanto em sua gravidade: análise e perspectivas
"Os grandes Estados capitalistas (dentre os quais a China e o Brasil encontram-se bem colocados) e as grandes instituições financeiras internacionais sempre estiveram alguns vagões atrasados no desenrolar da crise. "
"Estamos indo rumo a uma brutal alta da tributação sobre as pessoas físicas, sobre os "simples cidadãos", agravando ainda mais uma das causas principais da crise. "
"Num plano estritamente econômico, o capitalismo é um modo de produção muito adaptativo e flexível: ele pode se reerguer, mesmo em detrimento de danos humanos consideráveis e de um forte recuo da democracia. Como a crise é inédita, parece-me impossível, quando não inútil, especular sobre a forma que ela tomaria."
"O "social" é a última roda da carroça. A crise social é e será tanto mais difícil, pois nada foi feito para amortecê-la. O caso da França é emblemático: absolutamente todas as medidas estudadas e já amplamente iniciadas, no programa do candidato Sarkozy, estão totalmente caducas, pois se assentavam sobre a hipótese de um crescimento forte e sustentável. O princípio "trabalhar mais para ganhar mais" não tem mais nenhum sentido, e, além disso, o governo evita tocar no assunto, pois sua única consequência só pode ser: mais desempregados e um aumento do déficit do Estado. Isso vale para todas as medidas de Sarkozy. Consequência: ele navega ao sabor dos ventos e cuida da aparência para não necessitar falar da essência. "

MIGINGO ISLAND HAS BEEN on the spotlight for more than a month now. The majority of Kenyans has expressed anger and frustration due to lack of clear information as to what is going on between the two sovereign states.
Matters have been made worse by comments made by government officials of the two countries. ‘‘Mijinjo is ours but we have given it to Uganda to take care of it until the issue of ownership is resolved”.
“Migingo is a non-issue at this time because we are in the process of dismantling our boundaries.”
Such statements are not only confusing but also fail to give clear information on the progress made in negotiations. This leaves room for speculation and rumour-mongering among Kenyans.
The rumours that the government sold the island to the Ugandan Government is a result of limited information from the government on the progress being made on the diplomatic front.
Psychologists will tell you that “a rumour is defined as ambiguity times importance.” This definition implies that there is an important issue which has been rendered ambiguous.
“Diplomacy is the conduct of relations between sovereign states through the medium of officials, use of tact in dealing with people or the art of lying for one’s own country.”
There are as many definitions of diplomacy as there are diplomats. But one thing is clear in diplomacy: It is our ability to think about the perception another person has of us.
Traditional diplomacy, predicated on the conduct of formal relations, will no longer stand the test of the time. Boardroom diplomacy with government officials is no longer sufficient to address the 21st century challenges of international issues affecting them.
THE WAY FORWARD FOR MIGINGO is to make use of new diplomacy which is civic, interactive and public. It implies a rethinking of representation and the mastery of a much wider range of strategies, tactics and tools.
Our success will depend on how we manage information and knowledge, both at local and international levels. This is what former President Moi alluded to when he said that the public should be informed about the progress made in negotiations over Migingo.
Government officials must learn and understand that diplomacy is no longer a preserve of the government if they are to achieve substantial progress in their diplomatic engagement.
They must be sober and inclusive to avoid negative public reactions such as what happened in Kibera where youths uprooted the railway line, paralysing transportation between the two states.
More often, Ministry of Foreign Affairs officials have over-reacted when constructive criticism has been levelled against their ministry due to lack of an enlightened foreign policy.
This only signifies a negative attitude towards change and a preference for using old tools of diplomacy, which will not lead us anywhere in the 21st century.
Dr Kenyoru is a former deputy High Commissioner in London and currently the director of the East African Diplomatic Consultants (Kenyoru@eadiplomaticconsultants.co.uk.)
L'Accord général sur les tarifs douaniers et le commerce (GATT) régit le commerce international des marchandises. C'est le Conseil du commerce des marchandises, composé de représentants de tous les pays Membres de l'OMC, qui veille au fonctionnement du GATT. Le Président est actuellement S.E. Mme Karen TAN (Singapour).
Le Conseil du commerce des marchandises chapeaute diz comités qui s'occupent chacun d'un sujet précis (agriculture, accès aux marchés, subventions, mesures antidumping, etc.). Ces comités sont eux aussi composés de représentants de tous les pays membres.
Le Conseil du commerce des marchandises coiffe également le Groupe de travail des entreprises commerciales d'État et le Comité de l'Accord sur les technologies de l'information (ATI).
12 mai 2009
CONSEIL DU COMMERCE DES MARCHANDISES
Le Conseil du commerce des marchandises proroge une dérogation pour les pays les plus pauvres
Le Conseil du commerce des marchandises a approuvé, le 12 mai 2009, une prorogation pour une période de dix ans d’une dérogation de l’OMC autorisant les pays en développement à accorder un traitement tarifaire préférentiel aux produits des pays les moins avancés (PMA) sans être tenus d’accorder le même traitement tarifaire aux autres Membres de l’OMC. La décision va maintenant être soumise au Conseil général pour adoption.
Brazil, China, India and Korea proposed the extension of the waiver, which was set to expire on 30 June 2009.Redação:
[Natividade] Não atinou... Nem sempre as mães atinam. Não atinou que a frase do discurso não era propriamente do filho; não era de ninguém. Alguém a proferiu um dia, em discurso ou conversa, em gazeta ou em viagem de terra ou de mar. Outrem a repetiu, até que muita gente a fez sua. Era nova, era enérgica, era expressiva, ficou sendo patrimônio comum.
Há frases assim felizes. Nascem modestamente, como a gente pobre; quando menos pensam, estão governando o mundo, à semelhança das idéias. As próprias idéias nem sempre conservam o nome do pai; muitas aparecem órfãs, nascidas de nada e de ninguém. Cada um pega delas, verte-as como pode, e vai levá-las à feira, onde todos as têm por suas.
Machado de Assis. Esaú e Jacó. In: Obra Completa. v. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1985, p. 993.
As ideias são "patrimônio comum"? Disserte sobre as implicações políticas desta questão, tendo como ponto de partida a leitura dos dois parágrafos finais do capítulo XXXVII da obra Esaú e Jacó, de Machado de Assis, acima reproduzidos.
Exercício I
Comente o primeiro parágrafo do trecho a seguir, da obra Raízes do Brasil, à luz dos conceitos apresentados no parágrafo seguinte, podendo seu comentário ser ilustrado com uma referência histórica.
"No Brasil, onde imperou, desde tempos remotos, o tipo primitivo da família patriarcal, o desenvolvimento da urbanização – que não resulta unicamente do crescimento das cidades, mas também do crescimento dos meios de comunicação, atraindo vastas áreas rurais para a esfera de influência das cidades – ia acarretar um desequilíbrio social, cujos efeitos permanecem vivos ainda hoje.
Não era fácil aos detentores das posições públicas de responsabilidade formados por tal ambiente, compreenderem a distinção fundamental entre os domínios do privado e do público."
Sergio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 145.
Exercício 2
“No conhecido Sermão da Sexagésima, pronunciado em 1655 na Capela Real, apresenta-nos ele [Padre A. Vieira] um pregador a discorrer sobre a Paixão. Fala este sobre Cristo chegando ao pretório de Pilatos, e como o fizeram rei de zombaria, com uma púrpura aos ombros: ouve-o o auditório muito atento. Diz que teceram uma coroa de espinhos e lhe pregaram na cabeça, e todos continuam a ouvi-lo com a mesma atenção. Narra, um a um, tudo quanto se sabe dos padecimentos do Senhor, e prossegue o mesmo silêncio, a mesma suspensão entre os ouvintes. Nisto corre-se a cortina, aparece a imagem do Ecce Homo, e eis que todos subitamente se prostram, todos entram a bater nos peitos, eis as lágrimas, eis os gritos, eis os alaridos, eis as bofetadas.”
Sergio Buarque de Holanda. Visão do Paraíso. 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1996, p. 234.
Nota: A frase latina Ecce Homo - que significa eis o homem - teria sido proferida por Pilatos, ao apresentar Jesus Cristo coroado de espinhos ao povo.
Ao fazer a paráfrase do famoso Sermão da Sexagésima (1665), do Padre Vieira, o autor de Visão do Paraíso destaca a súbita mudança de atitude do público. Interprete e explique tal mudança.